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	<title>Crível Comunicação &#187; Crível Comunicação</title>
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		<title>Para conscientizar a garotada</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 17:48:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crível Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Em O Tiê da mata atlântica, Cristina Rappa aborda temas como desmatamento, atropelamento de animais e poluição das águas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"><!--
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<p><i>Em </i><strong>O Tiê da mata atlântica</strong><i>, Cristina Rappa aborda temas como desmatamento, atropelamento de animais e poluição das águas</i></p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-741" alt="Tie capa captura de tela" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2019/07/Tie-capa-captura-de-tela-1024x683.jpg" width="1024" height="683" /></p>
<p>Pássaros, tartarugas, tamanduás, macacos, onças-pardas, antas, e muitos outros animais da nossa mata atlântica se unem para protestar na estrada em defesa do ambiente onde vivem. Liderada por um casal de tiês-sangue (<i>Ramphocelus bresilius</i>, espécie linda e emblemática da mata atlântica do sudeste brasileiro), a manifestação tem como objetivo chamar atenção dos humanos para questões como o desmatamento, o atropelamento de animais e a poluição das águas, do mangue e das praias.</p>
<p>Segundo livro do Projeto Aves &amp; Biomas, da <a href="http://www.floradaeditorial.com.br/" target="_blank">Florada Editorial</a>, <i>O Tiê da mata atlântica</i>, de autoria de Cristina Rappa e ilustrações de Maurício Veneza, leva crianças e jovens leitores a refletir sobre esse bioma, que hoje conta somente com cerca de 8% de sua área original. “Assim como em <i>O</i> <i>Soldadinho da Caatinga</i>, quero, com este livro, fazer com que todos tenham mais consciência dos problemas gerados por nós, humanos, à natureza”, diz Cristina Rappa.</p>
<p>Apesar de abordar assuntos sérios e de alta relevância, a obra traz linguagem leve e bem-humorada. Indicada para crianças de 8 a 12 anos, pode ser trabalhada em sala de aula por diversas disciplinas, já que introduz conceitos de Geografia, História, Meio Ambiente, Cidadania e Ciências.</p>
<p>O livro pode ser encomendado nos sites de livrarias como a da <a href="https://www.amazon.com.br/Ti%C3%AA-Mata-Atl%C3%A2ntica-Cristina-Rappa/dp/8593745474" target="_blank">Amazon</a>, <a href="https://www.submarino.com.br/produto/67571933/o-tie-da-mata-atlantica?WT.srch=1&amp;acc=d47a04c6f99456bc289220d5d0ff208d&amp;epar=bp_pl_00_go_g35177&amp;gclid=EAIaIQobChMI8PSenJnd4wIVQQmRCh2f4gWqEAQYAiABEgKeS_D_BwE&amp;i=58257d32eec3dfb1f813d4e9&amp;o=5cc1eebb6c28a3cb50b06fdf&amp;opn=XMLGOOGLE&amp;sellerId=23152466000108" target="_blank">Submarino</a>, <a href="https://www.americanas.com.br/produto/67571933/o-tie-da-mata-atlantica?WT.srch=1&amp;acc=e789ea56094489dffd798f86ff51c7a9&amp;epar=bp_pl_00_go_liv_todas_geral_gmv&amp;gclid=EAIaIQobChMI8PSenJnd4wIVQQmRCh2f4gWqEAQYASABEgKCGPD_BwE&amp;i=582544e4eec3dfb1f80ebc07&amp;o=5cc1eebc6c28a3cb50b0700f&amp;opn=YSMESP&amp;sellerId=23152466000108" target="_blank">Americanas</a> e <a href="https://loja.maritacaexpeditions.com/o-tie-da-mata-atlantica" target="_blank">Maritaca Store</a>, entre outros.</p>
<p><a href="http://maritacaturismo.blogspot.com/2019/02/lancamento-livro-o-tie-da-mata.html" target="_blank"><b style="color: #333333;">Sobre a autora</b></a></p>
<p>Cristina Rappa é jornalista, observadora de aves e autora dos livros <i>Topetinho Magnífico</i> (Ed. Melhoramentos, 2012), <i>Florestas – por que precisamos delas</i> (Melhoramentos, 2014) e <i>O Soldadinho da Caatinga </i>(Florada Editorial, 2018), além de coautora de <i>Primatas no Brasil – Cada Macaco no Seu Galho</i> (Avis Brasilis, 2015).</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Um livro para viajar pelo Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jan 2019 22:20:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crível Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Em sua nova obra infantojuvenil, O Soldadinho da Caatinga, Cristina Rappa convida a criançada a conhecer um pouco mais sobre o bioma e suas particularidades]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"><!--
<span id="mce_marker" data-mce-type="bookmark"></span><span id="__caret">_</span><!--
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<p> Em <strong><em>O Soldadinho da Caatinga</em></strong>, Cristina Rappa convida a criançada a conhecer um pouco mais sobre o bioma e suas particularidades</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-731" alt="cópia de capa_soldadinho_caatinga" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2019/01/cópia-de-capa_soldadinho_caatinga-1024x728.jpg" width="1024" height="728" />Em um passeio pela Chapada do Araripe, que abriga floresta, área de proteção ambiental e geoparque com sítio paleontológico, na divisa dos Estados do Ceará, Piauí e Pernambuco, Soldadinho-do-Araripe e sua parceira encontram, além de muitos amigos, problemas que ameaçam a vida na região – seca, incêndio, desmatamento, tráfico, abandono de animais&#8230; mas, nem só de preocupação vive a ave-símbolo de conservação, mesmo sendo uma das espécies mais ameaçadas do planeta.</p>
<p>Soldadinho também viaja pela diversidade da área onde vive, encontrando e fazendo amizade com outras aves nativas e animais – a geografia, a arte e a cultura popular são cenários da história contada por Cristina Rappa e ilustrada por Maurício Veneza.</p>
<p>Em seu terceiro livro infantil, o primeiro do projeto Aves &amp; Bioma, a jornalista e observadora de aves fala sobre a Caatinga e suas particularidades. Aborda seus problemas, chama atenção a suas ameaças, mas sem perder o equilíbrio e a leveza, como num voo de pássaro, para poder apresentar também suas riquezas e encantos. “A minha paixão pelas aves me levou a conhecer melhor as diversas regiões do país. A ideia do livro é justamente essa – fazer com que os pequenos se divirtam, mas também aprendam mais sobre nossos biomas”, diz a autora, para quem as aves podem  &#8211; por que não? &#8211; ser instrumentos de educação.</p>
<p>Indicado para crianças de 7 a 12 anos, a obra pode ser trabalhada em sala de aula por diversas disciplinas, já que introduz conceitos de Geografia, História, Meio Ambiente, Sustentabilidade, Paleontologia e Cultura popular.</p>
<p>O livro pode ser adquirido sob encomenda por meio de sites como o da <a href="https://www.amazon.com.br/Soldadinho-Caatinga-Cristina-Rappa/dp/8593745385/ref=sr_1_1?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1546553413&amp;sr=1-1&amp;keywords=o+soldadinho+da+caatinga" target="_blank">Amazon.com.br</a>, da <a href="http://maritacaturismo.blogspot.com/2018/12/novidade-na-maritaca-store-conheca-o.html" target="_blank">Maritaca Expeditions </a> e da <a href="https://www.livrariadabok2.com.br/soldadinhodacaatinga" target="_blank">Bok2</a> .</p>
<p><b>Sobre a autora</b></p>
<p>Cristina Rappa é jornalista, observadora de aves e autora dos livros Topetinho Magnífico (2012) e Florestas – por que precisamos delas (2014), e coautora de Primatas no Brasil – Cada Macaco no Seu Galho (2015). O Soldadinho da Caatinga é o primeiro do Projeto Aves &amp; Bioma, lançado pelo novo selo Florada Editorial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b> Ficha técnica</b></p>
<p>Autor: Cristina Rappa</p>
<p>Ilustrações: Maurício Veneza</p>
<p>Título: O Soldadinho da Caatinga</p>
<p>ISBN: 978-85-93745-38-6</p>
<p>Páginas: 48</p>
<p>Preço sugerido: R$ 56</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Livro juvenil discute preservação das nossas florestas</title>
		<link>http://www.crivel.net/livro-juvenil-discute-preservacao-das-nossas-florestas/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2014 18:54:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crível Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Código Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Rappa]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Melhoramentos]]></category>
		<category><![CDATA[florestas]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>

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		<description><![CDATA[Como podemos fazer nossa parte para ajudar a preservar as florestas? Vamos ter de abrir mão de alguma coisa?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft  wp-image-562" alt="Florestas (2)" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2014/05/Florestas-2-260x350.jpg" width="156" height="210" />Como podemos fazer nossa parte para ajudar a preservar as florestas? Vamos ter de abrir mão de alguma coisa?</p>
<p>Partindo destas questões, a jornalista Cristina Rappa, especializada em agricultura e ciências, sócia-diretora da <em><strong>Crível Comunicação</strong></em> e editora do portal <b><i>Sou Agro</i></b>, acaba de lançar pela Editora Melhoramentos seu segundo livro – <a href="http://editoramelhoramentos.com.br/v2/titulos/florestas-saiba-por-que-voce-e-todo-o-planeta-precisam-delas/"><b>Florestas – Por que precisamos delas</b></a>.</p>
<p>Direcionado ao público juvenil (adolescentes de 14 a 16 anos), a obra tem a proposta de discutir a importância da preservação das florestas para proteger nossa biodiversidade e também falar sobre os prejuízos causados pelo desmatamento, como os problemas climáticos. Enfatiza, ainda, questões como a necessidade de proteger a natureza aliada ao desenvolvimento e ao aumento do consumo, além de abordar o novo Código Florestal.</p>
<p>“A publicação leva o leitor a refletir sobre esses temas e a pensar como ele, que mesmo sendo um cidadão urbano, pode contribuir, nas suas opções de consumo, com a conservação das nossas florestas”, diz a autora. “O público a que o livro se destina costuma ser bastante questionador e as escolas têm sido cada vez mais demandadas a discutir questões ambientais e produção econômica”, completa Rappa, também autora do infantil Topetinho Magnífico (Melhoramentos, 2012), sobre passarinhos ameaçados do Cerrado e alertando sobre o tráfico de animais silvestres.</p>
<p>Com 96 páginas, <b>Florestas</b> foi ilustrado por Edu A. Engel e pode ser encontrado nas maiores livrarias do País.</p>
<p>Paradidático, o livro já está sendo adotado em escolas e à venda nos sites das maiores livrarias do País, além da divulgação na imprensa: <a href="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2014/05/Florestas-no-Estado-de-Minas.pdf">Florestas no Estado de Minas</a></p>
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		<title>Preservar história ajuda empresa a inovar e engajar</title>
		<link>http://www.crivel.net/preservar-historia-ajuda-empresa-a-inovar-e-engajar/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 18:51:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crível Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[histórias]]></category>
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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[stakeholders]]></category>

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		<description><![CDATA[O tema pode surpreender e até estranhar aqui no Brasil, mas na Europa eles já são tradição: os museus corporativos. Eles ajudam a reunir e preservar a memória empresarial, reforçar ou reinventar a marca e, ainda, torná-la relevante para os stakeholders. Quem afirma é Davide Ravasi, especialista em cultura e estratégia organizacional da Universidade Bocconi, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_303" class="wp-caption aligncenter" style="width: 452px"><img class="size-full wp-image-303" title="piaggio interior museu " src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/10/piaggio7.jpg" alt="" width="442" height="296" /><p class="wp-caption-text">Museu da Piaggio, fabricante da Vespa, inaugurado em 2000, em Pontedera, Itália</p></div>
<p>O tema pode surpreender e até estranhar aqui no Brasil, mas na Europa eles já são tradição: os museus corporativos. Eles ajudam a reunir e preservar a memória empresarial, reforçar ou reinventar a marca e, ainda, torná-la relevante para os <em>stakeholders</em>.</p>
<p>Quem afirma é Davide Ravasi, especialista em cultura e estratégia organizacional da Universidade Bocconi, de Milão, Itália, que esteve no Brasil na semana de 17 de outubro para ministrar um seminário e um curso organizados pela Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial. O seminário, no dia 20, foi aberto, por sinal, no Instituto Votorantim, no centro de São Paulo, onde estão reunidos ícones da história desse importante grupo empresarial brasileiro.</p>
<p>A maioria dos museus é montada dentro ou próxima `as fábricas-sede das empresas. Ajudam a aproximar os visitantes da empresa e suas marcas. “Algumas organizações tornam-se verdadeiras instituições para a comunidade local, seus funcionários e clientes”, diz Ravasi, citando uma frase de Federico Minoli, CEO até 2007 da fabricante italiana de motocicletas Ducati: “O museu é o nosso templo”.</p>
<p>Isso porque a história da empresa e da marca, se bem contada, age no emocional das pessoas, fazendo-as se orgulharem e se sentirem parte dela. Além disso, o público passa a entender o que está por trás dos produtos, sua história e seu desenvolvimento. O resultado é o engajamento desses públicos, que apropria-se e torna-se defensor da marca.</p>
<p><strong>Aprendendo com a própria história</strong></p>
<p>Outra função é reunir e resgatar conhecimento técnico sobre o produto e a marca, com o objetivo de revitalizá-la, e, ainda, aprender com os erros. “Há conhecimento técnico, de design e da marca nos objetos da memória empresarial”, ensina Ravasi.</p>
<p>Essa estratégia foi empregada, por exemplo, pelo grupo italiano Piaggio, fabricante das emblemáticas Vespas, que precisou aprender com a sua própria história para rejuvenescer a marca, no final dos anos 90.</p>
<p>O espaço do museu corporativo pode ser usado para eventos, visando a estreitar e reforçar os relacionamentos com diversos <em>stakeholders</em>.</p>
<p>E quem não tem espaço ou recursos para montar um museu pode resgatar informações e fotos da história da empresa e produzir arquivos para postar no <em>website</em> corporativo, ou nas redes sociais, como Facebook, Twitter e YouTube.  Um exemplo é o da Barilla, famosa pelas massas e molhos, interage e oferece receitas aos internautas no site, Facebook e Twitter da Academia Barilla.</p>
<p>Com espaço físico ou virtual, o fato é que a arte de contar as histórias corporativas está sendo valorizada pelas lideranças de algumas empresas que já enxergam o seu importante papel na estratégia de negócios.</p>
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		<title>Comunicação e Agricultura de Baixo Carbono</title>
		<link>http://www.crivel.net/comunicacao-pode-ajudar-agricultura-de-baixo-carbono/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 15:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crível Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[informações]]></category>
		<category><![CDATA[plantio direto]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 15 de abril comemora-se o Dia da Conservação do Solo. Temos o que comemorar no Brasil? Podemos comemorar um aumento da conscientização sobre práticas que protegem o solo, como o plantio direto, com quase 40 anos e no qual o Brasil é destaque, com seus 25 milhões de hectares no sistema, segundo a Federação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 15 de abril comemora-se o Dia da Conservação do Solo. Temos o que comemorar no Brasil?</p>
<p>Podemos comemorar um aumento da conscientização sobre práticas que protegem o solo, como o plantio direto, com quase 40 anos e no qual o Brasil é destaque, com seus 25 milhões de hectares no sistema, segundo a Federação de Plantio Direto na Palha. E que pode se expandir ainda mais, chegando a 33 milhões de hectares em dez anos, se forem aplicados os recursos do Programa de Baixo Carbono (ABC), que destina R$ 2 bilhões a técnicas agrícolas conservacionistas, sendo R$ 1 bilhão por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e mais R$ 1 bilhão pelo Banco do Brasil.</p>
<div id="attachment_253" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-253" title="Milho plantio direto" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/04/Milho.jpg" alt="" width="500" height="334" /><p class="wp-caption-text">Plantio direto pode sequestrar até 500 kg de C por hectare</p></div>
<p>A idéia dos idealizadores deste programa é reverter a conta da agricultura, de grande emissora para redutora de CO<sub>2</sub>.  Os recursos já estão disponíveis, mas o programa, lançado em junho de 2010, ainda não decolou por falta de conhecimento, tanto por parte dos agricultores, como dos bancos . Problema que pode ser minimizado com um bom programa de comunicação.</p>
<p>O Programa ABC prevê estimular, com o financiamento, as seguintes atividades, que favorecem a mitigação de GEEs, os gases do efeito estufa:</p>
<p>-       plantio direto na palha;</p>
<p>-       integração lavoura-pecuária-floresta;</p>
<p>-       recuperação de pastagens degradadas;</p>
<p>-       fixacão biológica de nitrogênio no solo, que permite, com a bacteria <em>Rhizobium </em>na soja, susbstituir o adubo nitrogenado, caro do ponto de vista financeiro e ambiental;</p>
<p>-       destinação correta de dejetos e resíduos sólidos;</p>
<p>-       aumento da área de florestas plantadas.</p>
<p>Estudos da Embrapa, Unicamp, Cena/USP e Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG), entre outras instituições, apontam que um sistema de plantio direto bem feito pode seqüestrar até 500 kg de carbono por hectare. No Rio Grande do Sul, a adoção da prática permitiu redução de 86% de sedimentos nas bacias hidrográficas, além de um ganho de produção e da fixação de carbono no solo.</p>
<p>“A adoção do sistema de plantio direto proporciona maior produtividade com serviço ambiental e menor custo”, afirmou Celso Manzatto, da Embrapa Meio Ambiente, no painel Agricultura e Segurança Alimentar, durante a IV Conferência Regional sobre Mudanças Globais, realizada de 4 a 7 de abril em São Paulo.</p>
<p>A recuperação de pastos degradados seria outra boa oportunidade. O Brasil possui 40 milhões de hectares de pastagens degradadas. A recuperação de 15 milhões em dez anos, como é a estimativa do Ministério da Agricultura, evitaria a emissão de 22 milhões de toneladas de CO<sub>2</sub>.</p>
<p>O investimento vale a pena, segundo Edson P. Domingues, do Cedeplar/UFMG, que também falou na Conferência sobre Mudanças Globais. Segundo ele, levantamentos estimam a perda de produtividade com os veranicos em R$ 5 bilhões ao ano. O custo com o Programa ABC é de R$ 2 bilhões.</p>
<p>O desafio agora é informar e convencer o agricultor de que isso é bom para ele, para o País e para o planeta. Além de informar o sistema bancário de como viabilizá-lo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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