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	<title>Crível Comunicação &#187; tecnologia</title>
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		<title>Agricultura, Internet e redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 20:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[País de grandes dimensões e com o agronegócio respondendo por cerca de um terço do PIB, com potencial para aumentar com o aumento da profissionalização da nossa agricultura, o Brasil oferece grande oportunidade para que as mídias sociais floresçam no meio rural e funcionem como um fator de incremento do desenvolvimento do setor. Como a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228" class="wp-caption alignnone" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-228" title="Agricultura, Internet e redes sociais" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/02/Foto-ag-e-computater-dreamstime_15721661.jpg" alt="Crível Comunicação" width="320" height="480" /><p class="wp-caption-text">A internet facilita a busca e a troca de informações no campo</p></div>
<p>País de grandes dimensões e com o agronegócio respondendo por cerca de um terço do PIB, com potencial para aumentar com o aumento da profissionalização da nossa agricultura, o Brasil oferece grande oportunidade para que as mídias sociais floresçam no meio rural e funcionem como um fator de incremento do desenvolvimento do setor.</p>
<p><span id="more-227"></span></p>
<p>Como a internet contribui para diminuir distâncias geográficas, disseminar rapidamente conhecimento e informação, é uma ferramenta essencial hoje para permitir acesso a novas tecnologias e oportunidades de negócios, podendo ser fundamental para aumentar a competitividade do agricultor brasileiro.</p>
<p>Exemplos?</p>
<p>A velocidade do acesso à informação pode ser determinante para uma melhor tomada de decisão, ou seja, na hora de comprar insumos ou comecializar seu produto. Isso sem falar no acesso a previsões do tempo mais apuradas, indicando a melhor hora de plantar e colher.</p>
<p>A união faz a força: agricultores unidos em uma rede social podem compartilhar informações úteis a todos, comprar melhor seus insumos e também vender melhor seus produtos, além de ter acesso a novos mercados.</p>
<p>O acesso à informação e a dados de novas pesquisas facilita a adoção da inovação tanto no que diz respeito a técnicas agronômicas, quanto a práticas de gestão por parte dos produtores rurais. É importante ainda para a atualização do agricultor sobre legislações trabalhistas, tributárias e ambientais, entre outras.</p>
<p>A facilidade e o baixo custo dessa comunicação que elimina barreiras &#8211; pelo menos geográficas e econômicas &#8211; permitiriam ao pequeno agricultor ter mais voz, expor seus pontos de vista e defender seus interesses junto `as entidades do setor, lideranças setoriais e políticas, aumentando sua representatividade. Possibilitaria, ainda, diminuir sua distância da população urbana.</p>
<p><strong>Adoção ainda é pequena no campo</strong></p>
<p>O Brasil já é o quinto país em número de conexões à Internet. Segundo levantamento do instituto Ibope Nielsen, de outubro de 2009 a outubro de 2010, o número de pessoas que acessam a rede regularmente cresceu mais que 13%, atingindo 41,7 milhões de pessoas. Somado às pessoas que possuem acesso no trabalho, ele salta para 51,8 milhões.</p>
<p>A adoção às redes sociais também é bastante veloz no Brasil: o Facebook cresceu 258% em 2010, atingindo 12,118 milhões de visitantes únicos. No mesmo período, o Orkut, da Google, cresceu 28% no País, chegando a 31,729 milhões de visitantes únicos.</p>
<p>O nível de adoção da internet no meio rural brasileiro, entretanto, é ainda de cerca de 2%, segundo dados de uma pesquisa feita pelo Sindisat – Sindicato Nacional das Empresas Operadoras de Satélites e apresentados em Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais, realizado em 2010.</p>
<p>E o problema pode estar mais na tecnologia do que no fator cultural, devendo sua expansão estar vinculada à adoção de tecnologias sem-fio, sejam terrestres ou por satélite. Em países como os Estados Unidos, também de grandes dimensões continentais, mas onde a tecnologia para telefonia e internet é melhor, agricultores do chamado Cinturão do Milho (Corn Belt) e outras regiões do meio-oeste já usam canais como o Twitter para obter informações ou se relacionar com empresas de insumos e universidades, por exemplo.</p>
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