<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Crível Comunicação &#187; redes sociais</title>
	<atom:link href="http://www.crivel.net/blog/redes-sociais/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.crivel.net</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Jul 2019 17:48:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.6</generator>
		<item>
		<title>Empresas ainda fazem pouco uso da internet</title>
		<link>http://www.crivel.net/empresas-ainda-fazem-pouco-uso-da-internet/</link>
		<comments>http://www.crivel.net/empresas-ainda-fazem-pouco-uso-da-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2015 19:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[empresas brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.crivel.net/?p=602</guid>
		<description><![CDATA[Apenas um quarto das pequenas e médias empresas brasileiras pesquisadas possui website, perdendo oportunidade de divulgar seus produtos e serviços para os internautas. Quanto à participação nas redes sociais, o Facebook domina, com 32%, mas de forma pouco profissional]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="wp-image-621 alignleft" alt="internet reduzida dreamstime" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2015/01/internet-reduzida-dreamstime1.jpg" width="213" height="126" />Um levantamento feito pelo Sebrae no segundo semestre de 2014, com mais de 2 mil empresas brasileiras de pequeno e médio porte de 27 estados, mostrou que, apesar de a grande maioria (92%) de seus dirigentes acessarem a internet, o seu uso ainda é muito básico. Ou seja, esses empresários perdem muitas oportunidades que a rede oferece.</p>
<p style="text-align: left;">O estudo, intitulado &#8220;<a href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/estudos_pesquisas/Outros-estudos,destaque,18" target="_blank">As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) nas MPEs brasileiras</a>&#8220;, conversou com representantes de 2.108 empresas dos ramos da indústria, comércio, serviços e construção. Entre as finalidades reveladas sobre o uso da internet, apareceram o uso do email (88%), pesquisa de preços e fornecedores (68%) e consulta a dados e serviços financeiros (60%). Apenas 25% dos entrevistados já havia feito um curso on line, por exemplo.</p>
<p>E, apesar de consultarem empresas fornecedoras pela internet, a grande maioria das empresas que participaram da pesquisa (75%) não possui um website ou homepage. Ou seja, está inacessível ao internauta que busca um produto ou serviço em seu setor de atuação. Das que possuem um site, 77% o fazem para informar sobre produtos e serviços, mas apenas 32% informam os preços.</p>
<p><em><strong>Mais Facebook do que website</strong></em></p>
<p>Das empresas um terço tem perfil nas redes sociais, sendo que o Facebook domina de longe, mesmo que ainda de forma tímida: 32%, contra 5% com perfil no Twitter e 3% no Instagram. Ou seja, um maior número de pequenas e médias empresas no Brasil possui uma página do Facebook do que um site. A explicação pode estar no fato de que  é mais simples e envolve menos conhecimento criar uma página e postar no Facebook em relação a criar e atualizar um website.</p>
<p>A questão é: essas páginas estão sendo alimentadas de forma profissional e de acordo com a estratégia e os valores da empresa? E mais: quem posta o conteúdo? Existe uma frequência definida e continuidade, caso essa pessoa deixe a empresa? E, uma vez que essas redes sociais são criadas para relacionamento, há uma política para responder e lidar com críticas de consumidores/clientes?</p>
<p>Já existem cursos no mercado &#8211; como o do próprio Sebrae, além da FGV Online, e outros &#8211; que capacitam para o uso da internet nos negócios, as plataformas para se criar um website estão cada vez mais acessíveis, tanto do ponto de vista tecnológico como de custos, e a participação nas redes sociais só cresce. Assim, esse movimento, mesmo que ainda lento, só tende a crescer.</p>
<p>Mas esses empresários devem se atentar também em não apenas ocupar esses espaços oferecidos pela internet, mas fazê-lo de forma estratégica, definindo seus objetivos (o que minha empresa quer com um perfil nas redes sociais? Qual a mais adequada para o meu negócio?), o que vai comunicar, o profissional que vai se responsabilizar por essa comunicação, para que ela seja sempre pertinente e interessante. Muito pior do que não possuir um website é mantê-lo desatualizado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.crivel.net/empresas-ainda-fazem-pouco-uso-da-internet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Preservar história ajuda empresa a inovar e engajar</title>
		<link>http://www.crivel.net/preservar-historia-ajuda-empresa-a-inovar-e-engajar/</link>
		<comments>http://www.crivel.net/preservar-historia-ajuda-empresa-a-inovar-e-engajar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 18:51:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crível Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[engajar]]></category>
		<category><![CDATA[histórias]]></category>
		<category><![CDATA[inovar]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[stakeholders]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.crivel.net/?p=300</guid>
		<description><![CDATA[O tema pode surpreender e até estranhar aqui no Brasil, mas na Europa eles já são tradição: os museus corporativos. Eles ajudam a reunir e preservar a memória empresarial, reforçar ou reinventar a marca e, ainda, torná-la relevante para os stakeholders. Quem afirma é Davide Ravasi, especialista em cultura e estratégia organizacional da Universidade Bocconi, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_303" class="wp-caption aligncenter" style="width: 452px"><img class="size-full wp-image-303" title="piaggio interior museu " src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/10/piaggio7.jpg" alt="" width="442" height="296" /><p class="wp-caption-text">Museu da Piaggio, fabricante da Vespa, inaugurado em 2000, em Pontedera, Itália</p></div>
<p>O tema pode surpreender e até estranhar aqui no Brasil, mas na Europa eles já são tradição: os museus corporativos. Eles ajudam a reunir e preservar a memória empresarial, reforçar ou reinventar a marca e, ainda, torná-la relevante para os <em>stakeholders</em>.</p>
<p>Quem afirma é Davide Ravasi, especialista em cultura e estratégia organizacional da Universidade Bocconi, de Milão, Itália, que esteve no Brasil na semana de 17 de outubro para ministrar um seminário e um curso organizados pela Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial. O seminário, no dia 20, foi aberto, por sinal, no Instituto Votorantim, no centro de São Paulo, onde estão reunidos ícones da história desse importante grupo empresarial brasileiro.</p>
<p>A maioria dos museus é montada dentro ou próxima `as fábricas-sede das empresas. Ajudam a aproximar os visitantes da empresa e suas marcas. “Algumas organizações tornam-se verdadeiras instituições para a comunidade local, seus funcionários e clientes”, diz Ravasi, citando uma frase de Federico Minoli, CEO até 2007 da fabricante italiana de motocicletas Ducati: “O museu é o nosso templo”.</p>
<p>Isso porque a história da empresa e da marca, se bem contada, age no emocional das pessoas, fazendo-as se orgulharem e se sentirem parte dela. Além disso, o público passa a entender o que está por trás dos produtos, sua história e seu desenvolvimento. O resultado é o engajamento desses públicos, que apropria-se e torna-se defensor da marca.</p>
<p><strong>Aprendendo com a própria história</strong></p>
<p>Outra função é reunir e resgatar conhecimento técnico sobre o produto e a marca, com o objetivo de revitalizá-la, e, ainda, aprender com os erros. “Há conhecimento técnico, de design e da marca nos objetos da memória empresarial”, ensina Ravasi.</p>
<p>Essa estratégia foi empregada, por exemplo, pelo grupo italiano Piaggio, fabricante das emblemáticas Vespas, que precisou aprender com a sua própria história para rejuvenescer a marca, no final dos anos 90.</p>
<p>O espaço do museu corporativo pode ser usado para eventos, visando a estreitar e reforçar os relacionamentos com diversos <em>stakeholders</em>.</p>
<p>E quem não tem espaço ou recursos para montar um museu pode resgatar informações e fotos da história da empresa e produzir arquivos para postar no <em>website</em> corporativo, ou nas redes sociais, como Facebook, Twitter e YouTube.  Um exemplo é o da Barilla, famosa pelas massas e molhos, interage e oferece receitas aos internautas no site, Facebook e Twitter da Academia Barilla.</p>
<p>Com espaço físico ou virtual, o fato é que a arte de contar as histórias corporativas está sendo valorizada pelas lideranças de algumas empresas que já enxergam o seu importante papel na estratégia de negócios.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.crivel.net/preservar-historia-ajuda-empresa-a-inovar-e-engajar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As redes sociais e a sua empresa</title>
		<link>http://www.crivel.net/as-redes-sociais-e-a-sua-empresa/</link>
		<comments>http://www.crivel.net/as-redes-sociais-e-a-sua-empresa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 14:37:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação interna]]></category>
		<category><![CDATA[informações]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[público interno]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.crivel.net/?p=272</guid>
		<description><![CDATA[Os números das redes sociais são impressionantes: mais de 4 bilhões (sim, bilhões) de mensagens pelo Twitter por mês, 700 milhões de usuários do Facebook, 100 milhões no LinkedIn… E adoção crescente no Brasil, um país que só não adere ainda mais rapidamente a novas tecnologias por questões econômicas e de infra-estrutura. É só melhorar [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-274" title="Computador dreamstime_xs_5949321-1" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/07/Computador-dreamstime_xs_5949321-1.jpg" alt="" width="480" height="320" /></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Os números das redes sociais são impressionantes: mais de 4 bilhões (sim, bilhões) de mensagens pelo Twitter por mês, 700 milhões de usuários do Facebook, 100 milhões no LinkedIn… E adoção crescente no Brasil, um país que só não adere ainda mais rapidamente a novas tecnologias por questões econômicas e de infra-estrutura.</p>
<p>É só melhorar a tecnologia que o usuário brasileiro responde: segundo dados da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), com a expansão dos celulares de terceira geração, os 3G, o número de usuários de internet de alta velocidade no Pais cresceu 49% nos últimos doze meses e chegou a 43,7 milhões de clientes. De janeiro a julho de 2011, 8,5 milhões de conexões de banda larga foram ativadas.</p>
<p>Neste cenário, não dá para imaginar que os seus clientes e funcionários não estejam engrossando essa contabilidade. E sua empresa? Já está tirando proveito dessas mídias?</p>
<p>Se não está, deveria. Mas, antes deve ter um <strong>plano estratégico</strong>, saber o que quer delas, com quem quer se relacionar por meio delas, se elas vão ser mais úteis para divulgar mensagens institucionais ou seus produtos e serviços. Ou ambos.</p>
<p>A era das redes sociais criou um novo tipo de cliente, funcionário, <em>stakeholder</em>, mais exigente e bem informado. Não dá para ignorar o fato e fingir que tudo continua como antes e sua empresa continua comunicando o que quer, não monitorando o que estão falando dela, nem respondendo, seus funcionários sabem das novidades pela imprensa e assim vai.</p>
<p>Mercado e público interno valorizam a transparência nas informações. Ela traduz em respeito. O funcionário se sente valorizado por ser o primeiro a saber de uma ação da sua empresa. E se ela não se comunicar, outros falarão por ela, o que é um risco muito grande. E uma pena, pois nós falamos com mais propriedade de nós mesmos.</p>
<p>Outra atitude desrespeitosa é a empresa fazer uso de mídias sociais como Facebook ou Twitter e proibir seus funcionários de acessá-las do computador do trabalho.  Uma <strong>política</strong> regulando seu uso, alertando para riscos e responsabilidades, e destacando quem são os porta-vozes que falam oficialmente pela empresa deve ser implementada.</p>
<p>Hoje todo mundo com um telefone celular com câmera fotográfica e conexão de internet é um repórter em potencial. O que pode ser um risco e uma oportunidade, só dependendo da ação e atitude da empresa para prevenir um e aproveitar a outra.</p>
<p>Funcionário motivado por se sentir ouvido e respeitado defende a empresa com mais vigor, tornando-se um valioso multiplicador de suas mensagens e valores. Se levarmos em conta sua família e as pessoas com quem ele interage, podemos ter um contingente respeitável de pessoas informadas sobre fatos, produtos e serviços da empresa. Além de numeroso, esse grupo tem credibilidade, pois fala com a propriedade, a autenticidade e a emoção de quem vive a situação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.crivel.net/as-redes-sociais-e-a-sua-empresa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Agricultura, Internet e redes sociais</title>
		<link>http://www.crivel.net/agricultura-internet-e-redes-sociais/</link>
		<comments>http://www.crivel.net/agricultura-internet-e-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 20:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.crivel.net/?p=227</guid>
		<description><![CDATA[País de grandes dimensões e com o agronegócio respondendo por cerca de um terço do PIB, com potencial para aumentar com o aumento da profissionalização da nossa agricultura, o Brasil oferece grande oportunidade para que as mídias sociais floresçam no meio rural e funcionem como um fator de incremento do desenvolvimento do setor. Como a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228" class="wp-caption alignnone" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-228" title="Agricultura, Internet e redes sociais" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/02/Foto-ag-e-computater-dreamstime_15721661.jpg" alt="Crível Comunicação" width="320" height="480" /><p class="wp-caption-text">A internet facilita a busca e a troca de informações no campo</p></div>
<p>País de grandes dimensões e com o agronegócio respondendo por cerca de um terço do PIB, com potencial para aumentar com o aumento da profissionalização da nossa agricultura, o Brasil oferece grande oportunidade para que as mídias sociais floresçam no meio rural e funcionem como um fator de incremento do desenvolvimento do setor.</p>
<p><span id="more-227"></span></p>
<p>Como a internet contribui para diminuir distâncias geográficas, disseminar rapidamente conhecimento e informação, é uma ferramenta essencial hoje para permitir acesso a novas tecnologias e oportunidades de negócios, podendo ser fundamental para aumentar a competitividade do agricultor brasileiro.</p>
<p>Exemplos?</p>
<p>A velocidade do acesso à informação pode ser determinante para uma melhor tomada de decisão, ou seja, na hora de comprar insumos ou comecializar seu produto. Isso sem falar no acesso a previsões do tempo mais apuradas, indicando a melhor hora de plantar e colher.</p>
<p>A união faz a força: agricultores unidos em uma rede social podem compartilhar informações úteis a todos, comprar melhor seus insumos e também vender melhor seus produtos, além de ter acesso a novos mercados.</p>
<p>O acesso à informação e a dados de novas pesquisas facilita a adoção da inovação tanto no que diz respeito a técnicas agronômicas, quanto a práticas de gestão por parte dos produtores rurais. É importante ainda para a atualização do agricultor sobre legislações trabalhistas, tributárias e ambientais, entre outras.</p>
<p>A facilidade e o baixo custo dessa comunicação que elimina barreiras &#8211; pelo menos geográficas e econômicas &#8211; permitiriam ao pequeno agricultor ter mais voz, expor seus pontos de vista e defender seus interesses junto `as entidades do setor, lideranças setoriais e políticas, aumentando sua representatividade. Possibilitaria, ainda, diminuir sua distância da população urbana.</p>
<p><strong>Adoção ainda é pequena no campo</strong></p>
<p>O Brasil já é o quinto país em número de conexões à Internet. Segundo levantamento do instituto Ibope Nielsen, de outubro de 2009 a outubro de 2010, o número de pessoas que acessam a rede regularmente cresceu mais que 13%, atingindo 41,7 milhões de pessoas. Somado às pessoas que possuem acesso no trabalho, ele salta para 51,8 milhões.</p>
<p>A adoção às redes sociais também é bastante veloz no Brasil: o Facebook cresceu 258% em 2010, atingindo 12,118 milhões de visitantes únicos. No mesmo período, o Orkut, da Google, cresceu 28% no País, chegando a 31,729 milhões de visitantes únicos.</p>
<p>O nível de adoção da internet no meio rural brasileiro, entretanto, é ainda de cerca de 2%, segundo dados de uma pesquisa feita pelo Sindisat – Sindicato Nacional das Empresas Operadoras de Satélites e apresentados em Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais, realizado em 2010.</p>
<p>E o problema pode estar mais na tecnologia do que no fator cultural, devendo sua expansão estar vinculada à adoção de tecnologias sem-fio, sejam terrestres ou por satélite. Em países como os Estados Unidos, também de grandes dimensões continentais, mas onde a tecnologia para telefonia e internet é melhor, agricultores do chamado Cinturão do Milho (Corn Belt) e outras regiões do meio-oeste já usam canais como o Twitter para obter informações ou se relacionar com empresas de insumos e universidades, por exemplo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.crivel.net/agricultura-internet-e-redes-sociais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
