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	<title>Crível Comunicação &#187; pato</title>
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		<title>Procura-se um companheiro para o marreco</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2015 18:57:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-large wp-image-636  aligncenter" title="O marreco - ou pato-real - e sua companheira inicial, a pata" alt="Cristina Rappa" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2015/03/Aves-Marimbondo-Pata-e-marreco-1024x406.jpg" width="1024" height="406" /></p>
<p>Não se sabe  &#8211; e nunca descobriremos – se ele tem mau hálito, não tem &#8220;pegada&#8221; ou se sua conversa é chata, mas o fato é que, apesar de bonito e majestoso, como um de seus nomes populares indica, o marreco-pompom, ou pato-real, que vive no açude da fazenda, no sul de Minas, está há mais de ano sem companhia.</p>
<p>Companhia fixa, dessas para formar família, vamos ser claros.</p>
<p>Outras aves até aparecem de tempos em tempos. Já houve uma pata <em>(à direita na foto acima, com o marreco)</em>, comprada junto com ele, por piedade, quando os dois foram vistos confinados em uma pequena gaiola na cidade vizinha, Mococa. Pareceram ser uma solução para alegrar o açude após a morte dos gansos, o que muito nos entristeceu. Além da dúvida: teriam sido mesmo os cachorros os carrascos dos pobres gansos?</p>
<p>Mas a pata, já em liberdade, logo atraiu a atenção de um pato selvagem que apareceu no açude e virou mãe de seis patinhos, selvagens como o pai.</p>
<p>Com o tempo, a família foi se mudando e restaram, por alguns meses, apenas dois dos patinhos, já adultos, que depois também se mudaram. Volúveis esses patos! Ter asas realmente proporciona um mundo de possibilidades.</p>
<p>Um mês depois que os derradeiros “patinhos” se mudaram, notamos a presença de uma ave diferente e linda. Pesquisa feita com grupo de especialistas em identificação de aves no Facebook, descobrimos que se tratava de uma ganso-do-Egito, espécie exótica que deve ter escapado de algum criador ou zoológico da região.</p>
<p>Enquanto eu lia os comentários no post (“não deixe que ele cruze com outra espécie”, “isso que dá criar espécies exóticas”, “capture-o e leve-o a um zoológico”, “deixe o animal em paz”&#8230;), o tal ganso estrangeiro já bateu asas e foi causar em outras paragens.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="wp-image-638 aligncenter" alt="Aves - Marimbondo - garça branca grande no açude reduzida" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2015/03/Aves-Marimbondo-garça-branca-grande-no-açude-reduzida.jpg" width="616" height="313" /></p>
<p style="text-align: left;">Um mês mais tarde, volto a Arceburgo e observo, no açude, uma graça-branca-grande<em> (acima</em>), muito elegante, e um martim-pescador, que passaram a formar com o marreco um trio curioso. E bonito, justiça seja feita. Pareciam estar em tal harmonia que achei que dali não sairiam mais.</p>
<p>Qual o quê! Poucas semanas mais tarde, nada da garça (o martim-pescador, pelo menos, permanece, só tendo mudado de árvore), mas três coró-corós muito simpáticos – ou simpáticas? – ciscando nas margens do açude e pousando nos galhos na sua margem.</p>
<p>E o marreco lá, no meio, nadando para lá e para cá, torcendo provavelmente por uma companhia mais compatível com a sua espécie da próxima vez. Será que ele terá sorte?</p>
<p><em><strong>Cristina Rappa</strong> é jornalista, profissional de Comunicação Corporativa e, de uns tempos para cá, tem se dedicado a escrever livros infantojuvenis e crônicas sobre animais e outros seres vivos.</em></p>
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