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	<title>Crível Comunicação &#187; mídias sociais</title>
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		<title>As redes sociais e a sua empresa</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 14:37:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os números das redes sociais são impressionantes: mais de 4 bilhões (sim, bilhões) de mensagens pelo Twitter por mês, 700 milhões de usuários do Facebook, 100 milhões no LinkedIn… E adoção crescente no Brasil, um país que só não adere ainda mais rapidamente a novas tecnologias por questões econômicas e de infra-estrutura. É só melhorar [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-274" title="Computador dreamstime_xs_5949321-1" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/07/Computador-dreamstime_xs_5949321-1.jpg" alt="" width="480" height="320" /></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Os números das redes sociais são impressionantes: mais de 4 bilhões (sim, bilhões) de mensagens pelo Twitter por mês, 700 milhões de usuários do Facebook, 100 milhões no LinkedIn… E adoção crescente no Brasil, um país que só não adere ainda mais rapidamente a novas tecnologias por questões econômicas e de infra-estrutura.</p>
<p>É só melhorar a tecnologia que o usuário brasileiro responde: segundo dados da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), com a expansão dos celulares de terceira geração, os 3G, o número de usuários de internet de alta velocidade no Pais cresceu 49% nos últimos doze meses e chegou a 43,7 milhões de clientes. De janeiro a julho de 2011, 8,5 milhões de conexões de banda larga foram ativadas.</p>
<p>Neste cenário, não dá para imaginar que os seus clientes e funcionários não estejam engrossando essa contabilidade. E sua empresa? Já está tirando proveito dessas mídias?</p>
<p>Se não está, deveria. Mas, antes deve ter um <strong>plano estratégico</strong>, saber o que quer delas, com quem quer se relacionar por meio delas, se elas vão ser mais úteis para divulgar mensagens institucionais ou seus produtos e serviços. Ou ambos.</p>
<p>A era das redes sociais criou um novo tipo de cliente, funcionário, <em>stakeholder</em>, mais exigente e bem informado. Não dá para ignorar o fato e fingir que tudo continua como antes e sua empresa continua comunicando o que quer, não monitorando o que estão falando dela, nem respondendo, seus funcionários sabem das novidades pela imprensa e assim vai.</p>
<p>Mercado e público interno valorizam a transparência nas informações. Ela traduz em respeito. O funcionário se sente valorizado por ser o primeiro a saber de uma ação da sua empresa. E se ela não se comunicar, outros falarão por ela, o que é um risco muito grande. E uma pena, pois nós falamos com mais propriedade de nós mesmos.</p>
<p>Outra atitude desrespeitosa é a empresa fazer uso de mídias sociais como Facebook ou Twitter e proibir seus funcionários de acessá-las do computador do trabalho.  Uma <strong>política</strong> regulando seu uso, alertando para riscos e responsabilidades, e destacando quem são os porta-vozes que falam oficialmente pela empresa deve ser implementada.</p>
<p>Hoje todo mundo com um telefone celular com câmera fotográfica e conexão de internet é um repórter em potencial. O que pode ser um risco e uma oportunidade, só dependendo da ação e atitude da empresa para prevenir um e aproveitar a outra.</p>
<p>Funcionário motivado por se sentir ouvido e respeitado defende a empresa com mais vigor, tornando-se um valioso multiplicador de suas mensagens e valores. Se levarmos em conta sua família e as pessoas com quem ele interage, podemos ter um contingente respeitável de pessoas informadas sobre fatos, produtos e serviços da empresa. Além de numeroso, esse grupo tem credibilidade, pois fala com a propriedade, a autenticidade e a emoção de quem vive a situação.</p>
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		<title>A agricultura e a comunicação</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 14:26:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Há uns doze anos, como jornalista especializada em agricultura, quase um ET na época, escrevi um artigo intitulado “Os Desafios da Agricultura Brasileira”, que foi publicado no Suplemento Agrícola do jornal O Estado de S. Paulo. No artigo, falava do potencial agrícola do Brasil, do quanto gerava de empregos, representava para o nosso PIB e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-127" title="Agricultura e Comunicaçnao no Brasil" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/01/agricultura-comunicacao2.jpg" alt="" width="580" height="339" /></p>
<p>Há uns doze anos, como jornalista especializada em agricultura, quase um ET na época, escrevi um artigo intitulado “Os Desafios da Agricultura Brasileira”, que foi publicado no Suplemento Agrícola do jornal O Estado de S. Paulo. No artigo, falava do potencial agrícola do Brasil, do quanto gerava de empregos, representava para o nosso PIB e do quanto poderia crescer a produção de alimentos no Brasil se adotadas algumas medidas tecnológicas simples.</p>
<p><span id="more-123"></span></p>
<p>Mais de uma década depois, as commodities agrícolas passaram por momentos de crise e valorização (fase em que se encontram novamente , por sinal), a nossa agricultura evoluiu, seus números cresceram e contribuíram para o barateamento dos alimentos. Mas o agricultor, esse profissional que contribue com as exportações e a economia do País, continua pouco conhecido por parte do “grande público”, envolvido em mitos ou associado a notícias ruins, como desmatamentos.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-125" title="Agricultura e Comunicaçnao no Brasil" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/01/agricultura-comunicacao.jpg" alt="" width="580" height="338" /><br />
<em>A jornalista, devidamente equipada, prepara-se para uma reportagem sobre apicultura<br />
</em></p>
<p>A própria ciência e tecnologia agrícolas, apesar da seriedade e dos excelentes resultados de instituições como Embrapa, Instituto Agronômico (IAC) e Iapar, tem seus feitos, imagem – e dificuldades – pouco conhecidos.</p>
<p><strong>É aí que entra a comunicação.</strong></p>
<p>A agricultura precisa se tornar mais atraente, por exemplo, aos jovens, seja para cativá-los para trabalhar no setor, seja para que eles compreendam sua importância, enxergá-la não como um vilão dos problemas ambientais. O campo precisa de novos talentos, diversidade de pensamentos, para continuar crescendo de forma sustentável. Lugares-comuns `a parte, a idéia é ter novas cabeças pensantes, contribuindo com a produção de alimentos, fibras e energia sem prejudicar o meio ambiente.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-188" title="A agricultura e a comunicação" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/01/agricultura-comunicacao-3.jpg" alt="" width="580" height="350" /><br />
<em>Nesta área, o campo muitas vezes é a redação e o carro, a mesa do repórter<br />
</em></p>
<p>Por quê não fazer mais e melhor uso das mídias sociais para que se conheça onde existe  trabalho do agricultor? No churrasco, na cerveja, na sola do sapato, no papel, no tanque do carro, por exemplo.</p>
<p>Por quê não conversar mais com diversos setores da sociedade, unir-se `as ONGs ambientais em prol do desenvolvimento de projetos que preservem o solo e a água, por exemplo, valiosíssimos para a sociedade e para o agricultor, sem os quais ele não produz?</p>
<p>Por quê não abrir as porteiras da fazenda ou os portões das fábricas de insumos e produtos como suco de laranja, às escolas?</p>
<p>Por quê não disseminar entre outros agricultores e estudantes a prática do plantio direto, que protege e conserva o solo?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-191" title="A agricultura e a comunicação" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/01/agricultura-comunicacao-4.jpg" alt="" width="580" height="350" /><br />
<em>Após a entrevista, pausa para a foto com o simpático produtor de limões de Taquaritinga (SP)<br />
</em></p>
<p>São idéias como esta que gostaria de discutir aqui. É a idéia de contribuir com um setor fundamental para o desenvolvimento do nosso país que me motivou a investir na Crível Comunicação.</p>
<p><em>Nota: As fotos desta matéria são do talentoso agro-fotógrafo Delfim Martins/Pulsar Imagens.</em></p>
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