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	<title>Crível Comunicação &#187; macaquinhos</title>
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		<title>O mistério do sumiço dos macaquinhos no inverno</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Dec 2012 17:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_421" class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><img class="size-medium wp-image-421" title="Macaquinho no bambuzal (1)" alt="" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2012/12/Macaquinho-no-bambuzal-1-468x350.jpg" width="468" height="350" /><p class="wp-caption-text">Curioso, o macaquinho me espia antes de ir à caça das mangas</p></div>
<p>Acho uma delícia ficar observando os fenônemos da natureza e constatar o quanto ela é dinâmica. Quem acha que a vida no campo é monótona não a conhece ou a olha com olhos equivocados, com parâmetros de cidade grande, procurando outro tipo de agito.</p>
<p>Na natureza, ao contrário da cidade, em que todo dia tem sempre oferta das mesmas coisas (já viu faltar laranja ou abacaxi no supermercado? Mesmo que meio azedas ou sem-graça, essas frutas estão sempre lá), a dinâmica é outra e segue a lógica das estações do ano, o que faz com que o cenário e os personagens mudem totalmente conforme a época.</p>
<p>Hoje, por exemplo, fui surpreendida, em uma caminhada de final de tarde em horário de verão, por um bando de macaquinhos que tentava chamar a minha atenção no bambuzal, pulando de lá para cá, fazendo poses e chacoalhando os bambus, que gemiam. Antes de partir para o ataque. Das mangas, sua sobremesa parece que preferida, depois de desgustar os brotos de bambu.</p>
<p>Aí me dei conta de que fazia meses, muitos meses que não os via. E que eles apareciam em bando, como costumam viver, sempre nesta época, atraídos pelas mangas que começavam a aparecer no final da primavera, e, mais adiante, pelo milho verde, outra iguaria de sua preferência.</p>
<p>Fiz um esforço para me lembrar se alguma vez tinha avistado macacos no inverno na fazenda, quando o pomar é predominantemente cítrico. Pelo visto, não gostam muito de laranjas, limões e mixiricas. Já são mais chegados nas jabuticabas, muito abundantes neste outubro, por sinal.</p>
<p>E reaparecem mesmo junto com o verde que veio para ficar um bom tempo, depois de várias chuvas da primavera. Não daquelas primeiras, hesitantes. Mas as chuvas que vêm com gosto e trazem a exuberância e o perfume das mangas, dos abacates e dos mamões.</p>
<p>Aí surge a dúvida: para onde eles vão e o que fazem no outono e no inverno? Seriam animais de hibernação? Como os jabotis, que passam meses fechados em seus cascos?</p>
<p>Nunca imaginei isso deles. Devem ir procurar alimento diferente em outras paragens nessa estação.</p>
<p>Mas, enquanto pensava nisso, de repente acordo com uma manga voadora que por pouco não atinge a minha cabeça. Atirada por um macaquinho que, depois, malandro e divertido, foge em disparada de volta para o bambuzal, sua escala antes de entrar na mata.</p>
<p>Se você não se diverte ao deixar a cidade grande e vir para o campo, eles, seres do mato, bem que se divertem com você. E, cuidado, que lá vem mais manga! Ainda bem que eles ainda não descobriram a jaqueira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Cristina Rappa</strong> é jornalista, profissional de Comunicação Corporativa e, de uns tempos para cá, tem se dedicado a escrever livros infantojuvenis e crônicas sobre animais e outros seres vivos.</em></p>
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