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	<title>Crível Comunicação &#187; Internet</title>
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		<title>Empresas ainda fazem pouco uso da internet</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2015 19:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apenas um quarto das pequenas e médias empresas brasileiras pesquisadas possui website, perdendo oportunidade de divulgar seus produtos e serviços para os internautas. Quanto à participação nas redes sociais, o Facebook domina, com 32%, mas de forma pouco profissional]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="wp-image-621 alignleft" alt="internet reduzida dreamstime" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2015/01/internet-reduzida-dreamstime1.jpg" width="213" height="126" />Um levantamento feito pelo Sebrae no segundo semestre de 2014, com mais de 2 mil empresas brasileiras de pequeno e médio porte de 27 estados, mostrou que, apesar de a grande maioria (92%) de seus dirigentes acessarem a internet, o seu uso ainda é muito básico. Ou seja, esses empresários perdem muitas oportunidades que a rede oferece.</p>
<p style="text-align: left;">O estudo, intitulado &#8220;<a href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/estudos_pesquisas/Outros-estudos,destaque,18" target="_blank">As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) nas MPEs brasileiras</a>&#8220;, conversou com representantes de 2.108 empresas dos ramos da indústria, comércio, serviços e construção. Entre as finalidades reveladas sobre o uso da internet, apareceram o uso do email (88%), pesquisa de preços e fornecedores (68%) e consulta a dados e serviços financeiros (60%). Apenas 25% dos entrevistados já havia feito um curso on line, por exemplo.</p>
<p>E, apesar de consultarem empresas fornecedoras pela internet, a grande maioria das empresas que participaram da pesquisa (75%) não possui um website ou homepage. Ou seja, está inacessível ao internauta que busca um produto ou serviço em seu setor de atuação. Das que possuem um site, 77% o fazem para informar sobre produtos e serviços, mas apenas 32% informam os preços.</p>
<p><em><strong>Mais Facebook do que website</strong></em></p>
<p>Das empresas um terço tem perfil nas redes sociais, sendo que o Facebook domina de longe, mesmo que ainda de forma tímida: 32%, contra 5% com perfil no Twitter e 3% no Instagram. Ou seja, um maior número de pequenas e médias empresas no Brasil possui uma página do Facebook do que um site. A explicação pode estar no fato de que  é mais simples e envolve menos conhecimento criar uma página e postar no Facebook em relação a criar e atualizar um website.</p>
<p>A questão é: essas páginas estão sendo alimentadas de forma profissional e de acordo com a estratégia e os valores da empresa? E mais: quem posta o conteúdo? Existe uma frequência definida e continuidade, caso essa pessoa deixe a empresa? E, uma vez que essas redes sociais são criadas para relacionamento, há uma política para responder e lidar com críticas de consumidores/clientes?</p>
<p>Já existem cursos no mercado &#8211; como o do próprio Sebrae, além da FGV Online, e outros &#8211; que capacitam para o uso da internet nos negócios, as plataformas para se criar um website estão cada vez mais acessíveis, tanto do ponto de vista tecnológico como de custos, e a participação nas redes sociais só cresce. Assim, esse movimento, mesmo que ainda lento, só tende a crescer.</p>
<p>Mas esses empresários devem se atentar também em não apenas ocupar esses espaços oferecidos pela internet, mas fazê-lo de forma estratégica, definindo seus objetivos (o que minha empresa quer com um perfil nas redes sociais? Qual a mais adequada para o meu negócio?), o que vai comunicar, o profissional que vai se responsabilizar por essa comunicação, para que ela seja sempre pertinente e interessante. Muito pior do que não possuir um website é mantê-lo desatualizado.</p>
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		<title>Agricultura, Internet e redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 20:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[País de grandes dimensões e com o agronegócio respondendo por cerca de um terço do PIB, com potencial para aumentar com o aumento da profissionalização da nossa agricultura, o Brasil oferece grande oportunidade para que as mídias sociais floresçam no meio rural e funcionem como um fator de incremento do desenvolvimento do setor. Como a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228" class="wp-caption alignnone" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-228" title="Agricultura, Internet e redes sociais" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/02/Foto-ag-e-computater-dreamstime_15721661.jpg" alt="Crível Comunicação" width="320" height="480" /><p class="wp-caption-text">A internet facilita a busca e a troca de informações no campo</p></div>
<p>País de grandes dimensões e com o agronegócio respondendo por cerca de um terço do PIB, com potencial para aumentar com o aumento da profissionalização da nossa agricultura, o Brasil oferece grande oportunidade para que as mídias sociais floresçam no meio rural e funcionem como um fator de incremento do desenvolvimento do setor.</p>
<p><span id="more-227"></span></p>
<p>Como a internet contribui para diminuir distâncias geográficas, disseminar rapidamente conhecimento e informação, é uma ferramenta essencial hoje para permitir acesso a novas tecnologias e oportunidades de negócios, podendo ser fundamental para aumentar a competitividade do agricultor brasileiro.</p>
<p>Exemplos?</p>
<p>A velocidade do acesso à informação pode ser determinante para uma melhor tomada de decisão, ou seja, na hora de comprar insumos ou comecializar seu produto. Isso sem falar no acesso a previsões do tempo mais apuradas, indicando a melhor hora de plantar e colher.</p>
<p>A união faz a força: agricultores unidos em uma rede social podem compartilhar informações úteis a todos, comprar melhor seus insumos e também vender melhor seus produtos, além de ter acesso a novos mercados.</p>
<p>O acesso à informação e a dados de novas pesquisas facilita a adoção da inovação tanto no que diz respeito a técnicas agronômicas, quanto a práticas de gestão por parte dos produtores rurais. É importante ainda para a atualização do agricultor sobre legislações trabalhistas, tributárias e ambientais, entre outras.</p>
<p>A facilidade e o baixo custo dessa comunicação que elimina barreiras &#8211; pelo menos geográficas e econômicas &#8211; permitiriam ao pequeno agricultor ter mais voz, expor seus pontos de vista e defender seus interesses junto `as entidades do setor, lideranças setoriais e políticas, aumentando sua representatividade. Possibilitaria, ainda, diminuir sua distância da população urbana.</p>
<p><strong>Adoção ainda é pequena no campo</strong></p>
<p>O Brasil já é o quinto país em número de conexões à Internet. Segundo levantamento do instituto Ibope Nielsen, de outubro de 2009 a outubro de 2010, o número de pessoas que acessam a rede regularmente cresceu mais que 13%, atingindo 41,7 milhões de pessoas. Somado às pessoas que possuem acesso no trabalho, ele salta para 51,8 milhões.</p>
<p>A adoção às redes sociais também é bastante veloz no Brasil: o Facebook cresceu 258% em 2010, atingindo 12,118 milhões de visitantes únicos. No mesmo período, o Orkut, da Google, cresceu 28% no País, chegando a 31,729 milhões de visitantes únicos.</p>
<p>O nível de adoção da internet no meio rural brasileiro, entretanto, é ainda de cerca de 2%, segundo dados de uma pesquisa feita pelo Sindisat – Sindicato Nacional das Empresas Operadoras de Satélites e apresentados em Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais, realizado em 2010.</p>
<p>E o problema pode estar mais na tecnologia do que no fator cultural, devendo sua expansão estar vinculada à adoção de tecnologias sem-fio, sejam terrestres ou por satélite. Em países como os Estados Unidos, também de grandes dimensões continentais, mas onde a tecnologia para telefonia e internet é melhor, agricultores do chamado Cinturão do Milho (Corn Belt) e outras regiões do meio-oeste já usam canais como o Twitter para obter informações ou se relacionar com empresas de insumos e universidades, por exemplo.</p>
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