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	<title>Crível Comunicação &#187; florestas</title>
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		<title>Coalizão Clima, Florestas e Agricultura é lançada por economia de baixo carbono</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 14:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[Coalizão Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Esforço para reduzir as emissões brasileira de gases do efeito estufa une, no projeto, representantes de produtores rurais, de energia e celulose, e organizações da sociedade civil, como entidades ambientalistas, além de indivíduos interessados na questão. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-578" alt="Cristina Rappa" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2014/06/gado-fazenda-com-eucalipto-ao-fundo-580x330.jpg" width="580" height="330" /></p>
<p style="text-align: left;">Representantes de empresas, associações de produtores rurais, de energia, celulose e organizações da sociedade civil, como ONGs ambientalistas, lançaram na manhã desta quarta-feira (24), na capital paulista, a <a href="http://www.coalizaobr.com.br" target="_blank">Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura</a>. O que uniu pessoas que já se colocaram na maioria das vezes em lados opostos dos debates é propor formas de contribuir para a construção de uma nova economia de baixo carbono. E que ela seja competitiva, responsável e inclusiva, mas que se alinhe com as agendas de proteção, conservação e uso sustentável das florestas na agricultura e na redução e adaptação aos efeitos das mudanças climáticas.</p>
<p>Mais de 200 pessoas participaram do lançamento do projeto, que visa a propor medidas e políticas públicas, ações e mecanismos financeiros e econômicos que viabilizem a redução das emissões brasileiras de gases responsáveis pelo efeito estufa para garantir que, a partir de 2020, a emissão por pessoa seja menor ou igual à da média global. Entre outras ações, a coalizão &#8211; um movimento apartidário e horizontal &#8211; quer promover a recuperação de todas as áreas de preservação permanente e reserva legal, de acordo com o previsto na legislação, e desenvolver plantios florestais econômicos em áreas degradadas.</p>
<p>Para Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), é natural a participação do Brasil nessas discussões, uma vez que o país é protagonista nos debates sobre preservação florestal, produção agrícola e clima. Para ela, o Brasil tem tecnologias inovadoras de redução de gás carbônico, o que interessa “do ponto de vista de negócios”, o que  representa uma oportunidade.</p>
<p>O secretário executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl, ressaltou que o desafio proposto aos empresários é grande e citou os crescentes casos de municípios em situação de emergência ou calamidade pública. “Só entre janeiro deste ano e 12 de junho, tivemos 2.054 cidades que entraram em estado de calamidade pública ou emergência no país. De certa forma, o que estamos fazendo é unir diferentes em torno de uma mesa para pensar em como Brasil pode enfrentar esse desafio para transformar nossas vantagens comparativas em vantagens competitivas”, disse Rittl.</p>
<p>Para Raquel Biderman, diretora do World Resources Institute (WRI), o difícil é criar as condições para a implementação dos objetivos propostos e lembrou que fazer o Plano ABC (de Agricultura de Baixo Carbono, que tem incentivo para quem adota práticas como plantio direto, recuperação de pastagens degradadas e integração lavoura-floresta-pecuária) acontecer é “crítico”. Segundo ela, a liderança feminina é fundamental e, agora, a nova encíclica papal serve de inspiração e apoio.</p>
<p>Segundo o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Gustavo Junqueira, é preciso envolver os mercados nessa discussão e despertar o interesse dos consumidores por produtos produzidos de forma sustentável. “Não dá para fazer essas discussões separadas. Precisamos do apoio de todos para conseguir conciliar as duas coisas”, afirmou.</p>
<p>Paulo Barreto, pesquisador do <a href="http://imazon.org.br/institucional/quem-somos/" target="_blank">Imazon</a>, alertou: &#8220;reduzimos muito o desmatamento na Amazônia, mas ele ainda está muito alto&#8221;. A boa notícia &#8211; anunciou &#8211; é que hoje o desenvolvimento da economia local &#8220;descolou-se&#8221; do desmatamento; ele continua com a redução dos cortes de floresta. Um alento que, somado à energia e boa vontade dos interessados em colaborar de alguma forma com a Coalizão, celebra o Dia Nacional da Floresta Araucária, 24 de junho. Com a bênção de São João.</p>
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		<title>Livro juvenil discute preservação das nossas florestas</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2014 18:54:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crível Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Código Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Rappa]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Melhoramentos]]></category>
		<category><![CDATA[florestas]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>

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		<description><![CDATA[Como podemos fazer nossa parte para ajudar a preservar as florestas? Vamos ter de abrir mão de alguma coisa?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft  wp-image-562" alt="Florestas (2)" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2014/05/Florestas-2-260x350.jpg" width="156" height="210" />Como podemos fazer nossa parte para ajudar a preservar as florestas? Vamos ter de abrir mão de alguma coisa?</p>
<p>Partindo destas questões, a jornalista Cristina Rappa, especializada em agricultura e ciências, sócia-diretora da <em><strong>Crível Comunicação</strong></em> e editora do portal <b><i>Sou Agro</i></b>, acaba de lançar pela Editora Melhoramentos seu segundo livro – <a href="http://editoramelhoramentos.com.br/v2/titulos/florestas-saiba-por-que-voce-e-todo-o-planeta-precisam-delas/"><b>Florestas – Por que precisamos delas</b></a>.</p>
<p>Direcionado ao público juvenil (adolescentes de 14 a 16 anos), a obra tem a proposta de discutir a importância da preservação das florestas para proteger nossa biodiversidade e também falar sobre os prejuízos causados pelo desmatamento, como os problemas climáticos. Enfatiza, ainda, questões como a necessidade de proteger a natureza aliada ao desenvolvimento e ao aumento do consumo, além de abordar o novo Código Florestal.</p>
<p>“A publicação leva o leitor a refletir sobre esses temas e a pensar como ele, que mesmo sendo um cidadão urbano, pode contribuir, nas suas opções de consumo, com a conservação das nossas florestas”, diz a autora. “O público a que o livro se destina costuma ser bastante questionador e as escolas têm sido cada vez mais demandadas a discutir questões ambientais e produção econômica”, completa Rappa, também autora do infantil Topetinho Magnífico (Melhoramentos, 2012), sobre passarinhos ameaçados do Cerrado e alertando sobre o tráfico de animais silvestres.</p>
<p>Com 96 páginas, <b>Florestas</b> foi ilustrado por Edu A. Engel e pode ser encontrado nas maiores livrarias do País.</p>
<p>Paradidático, o livro já está sendo adotado em escolas e à venda nos sites das maiores livrarias do País, além da divulgação na imprensa: <a href="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2014/05/Florestas-no-Estado-de-Minas.pdf">Florestas no Estado de Minas</a></p>
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