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	<title>Crível Comunicação &#187; alimentos</title>
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		<title>Quem não se comunica&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2012 15:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O famoso bordão de Chacrinha parece óbvio para diversos setores, mas para um que representa 23% do PIB, 37% dos empregos e 37% das exportações, salvando nossa balança comercial, não. A produtividade da agricultura brasileira cresceu 73% nos últimos 20 anos, período em que a área cultivada com grãos aumentou seis vezes menos do que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O famoso bordão de Chacrinha parece óbvio para diversos setores, mas para um que representa 23% do PIB, 37% dos empregos e 37% das exportações, salvando nossa balança comercial, não.</p>
<p>A produtividade da agricultura brasileira cresceu 73% nos últimos 20 anos, período em que a área cultivada com grãos aumentou seis vezes menos do que a produção, tendo deixado de desmatar 50 milhões de hectares. Ou seja, produzimos muito mais alimentos, contribuindo para baratear seu preço e encher a barriga de muito mais gente, sem desmatar na mesma proporção. Resultado de aumento de tecnologia, trabalho e eficiência.</p>
<p>A FAO, agência de agricultura e alimentação da ONU, estima que, até 2050, o mundo deverá aumentar em 70% a produção de alimentos para atender ao crescimento da demanda. E o Brasil é o país que mais terá condições de contribuir, com um aumento de 40% de sua produção de alimentos.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-351" title="colheita cana" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2012/08/colheita-cana-545x350.jpg" alt="" width="545" height="350" /></p>
<p>No campo da energia e dos combustíveis, o nosso etanol é uma fonte renovável e que emite 89% menos CO<sub>2</sub> que a gasolina, segundo cálculos do Departamento de Agronegócio (Deagro) da FIESP.</p>
<p>Quer mais? No Brasil, 94% das embalagens plásticas de defensivos agrícolas têm destinação ambientalmente correta, como a reciclagem, índice muito superior a diversos países desenvolvidos, como Estados Unidos (pouco mais de 30%), França, Alemanha e Canadá (de 60 a 70%).</p>
<div id="attachment_352" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-full wp-image-352" title="inpev - separação das embalagens" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2012/08/inpev-separação-das-embalagens.jpg" alt="" width="350" height="233" /><p class="wp-caption-text">Separação de embalagens de agroquímicos apra reciclagem: Brasil é modelo na logística reversa desses produtos</p></div>
<p>Mesmo assim, em nosso país, a agricultura costuma ser acusada de vilã do meio ambiente e tratada como uma atividade menor por platéias urbanas.</p>
<p>A culpa – já se admite – é do setor, que não se comunica direito. E aí, o que acontece? Outros ocupam esse espaço e falam o que querem, criando mitos.</p>
<p>Enfim, a experiência tem mostrado que fugir do debate não parece ser boa estratégia. Melhor se preparar para mostrar os aspectos positivos do seu negócio e admitir os erros quando eles de fato existirem. Para isso, algumas dicas:</p>
<p><strong>Estude suas mensagens e tenha dados para ilustrar – </strong>Na maioria das vezes, o interlocutor não tem conhecimento, nem dados; apenas<strong> </strong>repete jargões que ouviu em algum lugar e viraram lugar-comum. Com dados respaldados por fontes isentas e respeitadas, você terá segurança e poderá surpreender o interlocutor.</p>
<p><strong>Seja claro e didático – </strong>Não espere que a população urbana, os jornalistas e demais formadores de opinião entendam de agricultura e tecnologia. E, como é do seu interesse que o interlocutor entenda a sua mensagem, seja paciente, claro e didático. Alem disso, evite siglas e termos muito específicos do seu negócio; ou as explique. <strong> </strong></p>
<p><strong>Seja sincero e humanize sua história e discurso – </strong>Em seus depoimentos em eventos como o IX Congresso Brasileiro de Marketing Rural e Agronegócio, organizado pela ABMR&amp;A em S. Paulo no início de agosto, Mauro Lúcio Costa,<strong> </strong>presidente<strong> </strong>do Sindicato Rural de Paragominas, cidade paraense inicialmente famosa pelo desmatamento e hoje considerada um “município verde”, costuma desarmar platéias críticas ao falar com muita honestidade sobre a realidade na região nos anos 70 e 80, quando sua família se mudou de Minas Gerais para lá: “naquela época, os bancos oficiais só davam crédito para quem derrubasse árvores para abrir áreas para gado ou lavoura. Hoje, sabemos que essa prática era errada e que é preciso preservar. Faltava conhecimento”.</p>
<p><strong>Seja coerente e consistente – </strong>Seu discurso deve estar alinhado à sua prática. Cumpra o que anuncia, só fale o que realmente faz e prometa apenas o que tem condições de cumprir.</p>
<p><strong>Não despreze nenhuma mídia</strong> – Pensar que as mídias sociais não combinam com o agronegócio é errado. Sua empresa pode até optar, por ainda não estar preparada, por não atuar consistentemente nelas, mas isso não a livrará de aparecer e ser comentada nas redes sociais. A pesquisa <em>Trust Barometer 2012 (http://trust.edelman.com/trust-download/global-results/)</em>, da agência de RP norte-americana Edelman tem mostrado que o nível de confiança nas mídias sociais vem crescendo, inclusive no Brasil. Assim, melhor estar preparado.</p>
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<p><em>Fotos: Delfim Martins/Pulsar (colheita de cana) e arquivo inpEV (separação de embalagens)</em></p>
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