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	<title>Crível Comunicação &#187; Agricultura</title>
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		<title>Livro juvenil discute preservação das nossas florestas</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2014 18:54:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crível Comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Como podemos fazer nossa parte para ajudar a preservar as florestas? Vamos ter de abrir mão de alguma coisa?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft  wp-image-562" alt="Florestas (2)" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2014/05/Florestas-2-260x350.jpg" width="156" height="210" />Como podemos fazer nossa parte para ajudar a preservar as florestas? Vamos ter de abrir mão de alguma coisa?</p>
<p>Partindo destas questões, a jornalista Cristina Rappa, especializada em agricultura e ciências, sócia-diretora da <em><strong>Crível Comunicação</strong></em> e editora do portal <b><i>Sou Agro</i></b>, acaba de lançar pela Editora Melhoramentos seu segundo livro – <a href="http://editoramelhoramentos.com.br/v2/titulos/florestas-saiba-por-que-voce-e-todo-o-planeta-precisam-delas/"><b>Florestas – Por que precisamos delas</b></a>.</p>
<p>Direcionado ao público juvenil (adolescentes de 14 a 16 anos), a obra tem a proposta de discutir a importância da preservação das florestas para proteger nossa biodiversidade e também falar sobre os prejuízos causados pelo desmatamento, como os problemas climáticos. Enfatiza, ainda, questões como a necessidade de proteger a natureza aliada ao desenvolvimento e ao aumento do consumo, além de abordar o novo Código Florestal.</p>
<p>“A publicação leva o leitor a refletir sobre esses temas e a pensar como ele, que mesmo sendo um cidadão urbano, pode contribuir, nas suas opções de consumo, com a conservação das nossas florestas”, diz a autora. “O público a que o livro se destina costuma ser bastante questionador e as escolas têm sido cada vez mais demandadas a discutir questões ambientais e produção econômica”, completa Rappa, também autora do infantil Topetinho Magnífico (Melhoramentos, 2012), sobre passarinhos ameaçados do Cerrado e alertando sobre o tráfico de animais silvestres.</p>
<p>Com 96 páginas, <b>Florestas</b> foi ilustrado por Edu A. Engel e pode ser encontrado nas maiores livrarias do País.</p>
<p>Paradidático, o livro já está sendo adotado em escolas e à venda nos sites das maiores livrarias do País, além da divulgação na imprensa: <a href="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2014/05/Florestas-no-Estado-de-Minas.pdf">Florestas no Estado de Minas</a></p>
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		<title>Quem não se comunica&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2012 15:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O famoso bordão de Chacrinha parece óbvio para diversos setores, mas para um que representa 23% do PIB, 37% dos empregos e 37% das exportações, salvando nossa balança comercial, não. A produtividade da agricultura brasileira cresceu 73% nos últimos 20 anos, período em que a área cultivada com grãos aumentou seis vezes menos do que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O famoso bordão de Chacrinha parece óbvio para diversos setores, mas para um que representa 23% do PIB, 37% dos empregos e 37% das exportações, salvando nossa balança comercial, não.</p>
<p>A produtividade da agricultura brasileira cresceu 73% nos últimos 20 anos, período em que a área cultivada com grãos aumentou seis vezes menos do que a produção, tendo deixado de desmatar 50 milhões de hectares. Ou seja, produzimos muito mais alimentos, contribuindo para baratear seu preço e encher a barriga de muito mais gente, sem desmatar na mesma proporção. Resultado de aumento de tecnologia, trabalho e eficiência.</p>
<p>A FAO, agência de agricultura e alimentação da ONU, estima que, até 2050, o mundo deverá aumentar em 70% a produção de alimentos para atender ao crescimento da demanda. E o Brasil é o país que mais terá condições de contribuir, com um aumento de 40% de sua produção de alimentos.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-351" title="colheita cana" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2012/08/colheita-cana-545x350.jpg" alt="" width="545" height="350" /></p>
<p>No campo da energia e dos combustíveis, o nosso etanol é uma fonte renovável e que emite 89% menos CO<sub>2</sub> que a gasolina, segundo cálculos do Departamento de Agronegócio (Deagro) da FIESP.</p>
<p>Quer mais? No Brasil, 94% das embalagens plásticas de defensivos agrícolas têm destinação ambientalmente correta, como a reciclagem, índice muito superior a diversos países desenvolvidos, como Estados Unidos (pouco mais de 30%), França, Alemanha e Canadá (de 60 a 70%).</p>
<div id="attachment_352" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-full wp-image-352" title="inpev - separação das embalagens" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2012/08/inpev-separação-das-embalagens.jpg" alt="" width="350" height="233" /><p class="wp-caption-text">Separação de embalagens de agroquímicos apra reciclagem: Brasil é modelo na logística reversa desses produtos</p></div>
<p>Mesmo assim, em nosso país, a agricultura costuma ser acusada de vilã do meio ambiente e tratada como uma atividade menor por platéias urbanas.</p>
<p>A culpa – já se admite – é do setor, que não se comunica direito. E aí, o que acontece? Outros ocupam esse espaço e falam o que querem, criando mitos.</p>
<p>Enfim, a experiência tem mostrado que fugir do debate não parece ser boa estratégia. Melhor se preparar para mostrar os aspectos positivos do seu negócio e admitir os erros quando eles de fato existirem. Para isso, algumas dicas:</p>
<p><strong>Estude suas mensagens e tenha dados para ilustrar – </strong>Na maioria das vezes, o interlocutor não tem conhecimento, nem dados; apenas<strong> </strong>repete jargões que ouviu em algum lugar e viraram lugar-comum. Com dados respaldados por fontes isentas e respeitadas, você terá segurança e poderá surpreender o interlocutor.</p>
<p><strong>Seja claro e didático – </strong>Não espere que a população urbana, os jornalistas e demais formadores de opinião entendam de agricultura e tecnologia. E, como é do seu interesse que o interlocutor entenda a sua mensagem, seja paciente, claro e didático. Alem disso, evite siglas e termos muito específicos do seu negócio; ou as explique. <strong> </strong></p>
<p><strong>Seja sincero e humanize sua história e discurso – </strong>Em seus depoimentos em eventos como o IX Congresso Brasileiro de Marketing Rural e Agronegócio, organizado pela ABMR&amp;A em S. Paulo no início de agosto, Mauro Lúcio Costa,<strong> </strong>presidente<strong> </strong>do Sindicato Rural de Paragominas, cidade paraense inicialmente famosa pelo desmatamento e hoje considerada um “município verde”, costuma desarmar platéias críticas ao falar com muita honestidade sobre a realidade na região nos anos 70 e 80, quando sua família se mudou de Minas Gerais para lá: “naquela época, os bancos oficiais só davam crédito para quem derrubasse árvores para abrir áreas para gado ou lavoura. Hoje, sabemos que essa prática era errada e que é preciso preservar. Faltava conhecimento”.</p>
<p><strong>Seja coerente e consistente – </strong>Seu discurso deve estar alinhado à sua prática. Cumpra o que anuncia, só fale o que realmente faz e prometa apenas o que tem condições de cumprir.</p>
<p><strong>Não despreze nenhuma mídia</strong> – Pensar que as mídias sociais não combinam com o agronegócio é errado. Sua empresa pode até optar, por ainda não estar preparada, por não atuar consistentemente nelas, mas isso não a livrará de aparecer e ser comentada nas redes sociais. A pesquisa <em>Trust Barometer 2012 (http://trust.edelman.com/trust-download/global-results/)</em>, da agência de RP norte-americana Edelman tem mostrado que o nível de confiança nas mídias sociais vem crescendo, inclusive no Brasil. Assim, melhor estar preparado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fotos: Delfim Martins/Pulsar (colheita de cana) e arquivo inpEV (separação de embalagens)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Agricultura, Internet e redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 20:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[País de grandes dimensões e com o agronegócio respondendo por cerca de um terço do PIB, com potencial para aumentar com o aumento da profissionalização da nossa agricultura, o Brasil oferece grande oportunidade para que as mídias sociais floresçam no meio rural e funcionem como um fator de incremento do desenvolvimento do setor. Como a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228" class="wp-caption alignnone" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-228" title="Agricultura, Internet e redes sociais" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/02/Foto-ag-e-computater-dreamstime_15721661.jpg" alt="Crível Comunicação" width="320" height="480" /><p class="wp-caption-text">A internet facilita a busca e a troca de informações no campo</p></div>
<p>País de grandes dimensões e com o agronegócio respondendo por cerca de um terço do PIB, com potencial para aumentar com o aumento da profissionalização da nossa agricultura, o Brasil oferece grande oportunidade para que as mídias sociais floresçam no meio rural e funcionem como um fator de incremento do desenvolvimento do setor.</p>
<p><span id="more-227"></span></p>
<p>Como a internet contribui para diminuir distâncias geográficas, disseminar rapidamente conhecimento e informação, é uma ferramenta essencial hoje para permitir acesso a novas tecnologias e oportunidades de negócios, podendo ser fundamental para aumentar a competitividade do agricultor brasileiro.</p>
<p>Exemplos?</p>
<p>A velocidade do acesso à informação pode ser determinante para uma melhor tomada de decisão, ou seja, na hora de comprar insumos ou comecializar seu produto. Isso sem falar no acesso a previsões do tempo mais apuradas, indicando a melhor hora de plantar e colher.</p>
<p>A união faz a força: agricultores unidos em uma rede social podem compartilhar informações úteis a todos, comprar melhor seus insumos e também vender melhor seus produtos, além de ter acesso a novos mercados.</p>
<p>O acesso à informação e a dados de novas pesquisas facilita a adoção da inovação tanto no que diz respeito a técnicas agronômicas, quanto a práticas de gestão por parte dos produtores rurais. É importante ainda para a atualização do agricultor sobre legislações trabalhistas, tributárias e ambientais, entre outras.</p>
<p>A facilidade e o baixo custo dessa comunicação que elimina barreiras &#8211; pelo menos geográficas e econômicas &#8211; permitiriam ao pequeno agricultor ter mais voz, expor seus pontos de vista e defender seus interesses junto `as entidades do setor, lideranças setoriais e políticas, aumentando sua representatividade. Possibilitaria, ainda, diminuir sua distância da população urbana.</p>
<p><strong>Adoção ainda é pequena no campo</strong></p>
<p>O Brasil já é o quinto país em número de conexões à Internet. Segundo levantamento do instituto Ibope Nielsen, de outubro de 2009 a outubro de 2010, o número de pessoas que acessam a rede regularmente cresceu mais que 13%, atingindo 41,7 milhões de pessoas. Somado às pessoas que possuem acesso no trabalho, ele salta para 51,8 milhões.</p>
<p>A adoção às redes sociais também é bastante veloz no Brasil: o Facebook cresceu 258% em 2010, atingindo 12,118 milhões de visitantes únicos. No mesmo período, o Orkut, da Google, cresceu 28% no País, chegando a 31,729 milhões de visitantes únicos.</p>
<p>O nível de adoção da internet no meio rural brasileiro, entretanto, é ainda de cerca de 2%, segundo dados de uma pesquisa feita pelo Sindisat – Sindicato Nacional das Empresas Operadoras de Satélites e apresentados em Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais, realizado em 2010.</p>
<p>E o problema pode estar mais na tecnologia do que no fator cultural, devendo sua expansão estar vinculada à adoção de tecnologias sem-fio, sejam terrestres ou por satélite. Em países como os Estados Unidos, também de grandes dimensões continentais, mas onde a tecnologia para telefonia e internet é melhor, agricultores do chamado Cinturão do Milho (Corn Belt) e outras regiões do meio-oeste já usam canais como o Twitter para obter informações ou se relacionar com empresas de insumos e universidades, por exemplo.</p>
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		<title>A agricultura e a comunicação</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 14:26:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Rappa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há uns doze anos, como jornalista especializada em agricultura, quase um ET na época, escrevi um artigo intitulado “Os Desafios da Agricultura Brasileira”, que foi publicado no Suplemento Agrícola do jornal O Estado de S. Paulo. No artigo, falava do potencial agrícola do Brasil, do quanto gerava de empregos, representava para o nosso PIB e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-127" title="Agricultura e Comunicaçnao no Brasil" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/01/agricultura-comunicacao2.jpg" alt="" width="580" height="339" /></p>
<p>Há uns doze anos, como jornalista especializada em agricultura, quase um ET na época, escrevi um artigo intitulado “Os Desafios da Agricultura Brasileira”, que foi publicado no Suplemento Agrícola do jornal O Estado de S. Paulo. No artigo, falava do potencial agrícola do Brasil, do quanto gerava de empregos, representava para o nosso PIB e do quanto poderia crescer a produção de alimentos no Brasil se adotadas algumas medidas tecnológicas simples.</p>
<p><span id="more-123"></span></p>
<p>Mais de uma década depois, as commodities agrícolas passaram por momentos de crise e valorização (fase em que se encontram novamente , por sinal), a nossa agricultura evoluiu, seus números cresceram e contribuíram para o barateamento dos alimentos. Mas o agricultor, esse profissional que contribue com as exportações e a economia do País, continua pouco conhecido por parte do “grande público”, envolvido em mitos ou associado a notícias ruins, como desmatamentos.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-125" title="Agricultura e Comunicaçnao no Brasil" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/01/agricultura-comunicacao.jpg" alt="" width="580" height="338" /><br />
<em>A jornalista, devidamente equipada, prepara-se para uma reportagem sobre apicultura<br />
</em></p>
<p>A própria ciência e tecnologia agrícolas, apesar da seriedade e dos excelentes resultados de instituições como Embrapa, Instituto Agronômico (IAC) e Iapar, tem seus feitos, imagem – e dificuldades – pouco conhecidos.</p>
<p><strong>É aí que entra a comunicação.</strong></p>
<p>A agricultura precisa se tornar mais atraente, por exemplo, aos jovens, seja para cativá-los para trabalhar no setor, seja para que eles compreendam sua importância, enxergá-la não como um vilão dos problemas ambientais. O campo precisa de novos talentos, diversidade de pensamentos, para continuar crescendo de forma sustentável. Lugares-comuns `a parte, a idéia é ter novas cabeças pensantes, contribuindo com a produção de alimentos, fibras e energia sem prejudicar o meio ambiente.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-188" title="A agricultura e a comunicação" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/01/agricultura-comunicacao-3.jpg" alt="" width="580" height="350" /><br />
<em>Nesta área, o campo muitas vezes é a redação e o carro, a mesa do repórter<br />
</em></p>
<p>Por quê não fazer mais e melhor uso das mídias sociais para que se conheça onde existe  trabalho do agricultor? No churrasco, na cerveja, na sola do sapato, no papel, no tanque do carro, por exemplo.</p>
<p>Por quê não conversar mais com diversos setores da sociedade, unir-se `as ONGs ambientais em prol do desenvolvimento de projetos que preservem o solo e a água, por exemplo, valiosíssimos para a sociedade e para o agricultor, sem os quais ele não produz?</p>
<p>Por quê não abrir as porteiras da fazenda ou os portões das fábricas de insumos e produtos como suco de laranja, às escolas?</p>
<p>Por quê não disseminar entre outros agricultores e estudantes a prática do plantio direto, que protege e conserva o solo?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-191" title="A agricultura e a comunicação" src="http://www.crivel.net/site/wp-content/uploads/2011/01/agricultura-comunicacao-4.jpg" alt="" width="580" height="350" /><br />
<em>Após a entrevista, pausa para a foto com o simpático produtor de limões de Taquaritinga (SP)<br />
</em></p>
<p>São idéias como esta que gostaria de discutir aqui. É a idéia de contribuir com um setor fundamental para o desenvolvimento do nosso país que me motivou a investir na Crível Comunicação.</p>
<p><em>Nota: As fotos desta matéria são do talentoso agro-fotógrafo Delfim Martins/Pulsar Imagens.</em></p>
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